PRATICAMENTE DE GRAÇA

E daí que hoje, sabadão de sol, fui na Fnac dar umas olhadas nos livros e, chegando lá, me deparo com um que me interessou. Ele é sobre leitura, escrita e pensamento crítico em inglês. Ou seja, é importado, da Universidade de Cambrigde. Super que me apaixonei por ele enquanto o folheava, até que chegou a hora mais temida de todas: a de saber o preço. Por ser importado, com certeza não seria barato...aliás, livro importado é realmente um roubo em algumas livrarias, mas enfim...eu tinha que saber o preço dele. Passei o código de barras no leitor e o temido apareceu. De R$ 114,90  por R$ 9,90. "Quêêê??", pensei. Nossa, não podia ser. Ou o livro é ruim e velho demais e por isso o mega desconto, ou alguma coisa estava errada. Perguntei para o vendedor e ele foi, por conta própria, checar o preço no leitor de barras. Óbvio, deu a mesma coisa. Na hora ele até fez uma cara de "putz, já era" e, sem muito o que falar, disse que realmente eu poderia levar o livro por aquele preço, mas que na real ele estava errado. Era pra ser de R$ 114, 90  por R$ 99,90. Nossa, como eu queria que isso acontecesse com mais freqüência...ai ai.
 
Posso dizer com todas as letras que eu me dei muuuuito bem! E agora, quando cheguei, entrei no site de algumas livrarias lá de fora pra checar o preço desse livro lá e em todas está em torno de 25 dólares...ou seja, eu não me dei muito bem. ME DEI SUUUPER BEM! hehehe!
 
Acho que hoje estou num dia de sorte...


- Por Luiza Terpins às 16h48
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E ESSES DEZESSETE BEBÊS?

   
 
Li esses dias que dezessete garotas americanas, de no máximo 16 anos, tiveram a brilhante idéia de fazer um pacto que selasse a amizade delas. Isso seria lindo se não fosse o objetivo do pacto. Hoje, essas dezessete garotas estão grávidas, pois só assim poderão criar os filhos juntas e terão alguém que as ame para o resto de suas vidas. Sim, esse era o plano. E elas levaram isso tão a sério que uma delas, inclusive, engravidou de um homem de rua só para cumprir o objetivo.
 
É impressionante como as coisas mais bizarras acontecem nos EUA, e o pior: nas escolas! Se bem que para um país que já viu colégios sendo metralhados por estudantes, ver um boom de gravidez precoce não é lá tão mal, né?? Eles podem viver num país de primeiro mundo, mas algumas cabecinhas parecem não acompanhar o desenvolvimento da nação...Estão acusando até o filme Juno, aquela coisa fofa, de ter feito apologia a gravidez na adolescência. Eu vi o filme duas vezes, e ambas no auge dos meus dezoito anos. Não senti a mínima sensação de que engravidar quando jovem seja algo super cool, e também não conheço ninguém que tenha pensado que a intenção do filme tenha algo a ver com isso.
 
Mas enfim, gravidez na adolescência sempre foi um assunto presente na mídia, e isso não é novidade pra ninguém, certo? Desde que voltei do Canadá, estou, digamos, que passando férias no Brasil...e num dia de tédio, assistir DVDs parece ser a melhor solução possível. Ainda mais se for Beverly Hills 90210 (também conhecido como Barrados No Baile), que eu tanto amo! Eu trouxe as temporadas que saíram em DVD  e, num dos episódios que assistia, uma das personagens tentava criar um programa para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e gravidez. Na história ela propõe (como você pode ver no vídeo mega caseiro que eu fiz! :P) que distribuam camisinhas na escola. O que é, coinscidentemente, o que a Gloucester High School , escola onde estudam aquelas dezessete meninas, está pensando em fazer. Beverly Hills 90210 é do início da década de 90. O episódio das meninas aconteceu recentemente. Acho que estamos longe de uma solução para isso....Agora eu só fico imaginando o que vai ser desses dezessete bebês. Será que eles serão famosos por terem nascido do boom das meninas grávidas da Gloucester High School? Eu hein...


- Por Luiza Terpins às 17h10
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"Eveee...WaAaAawl-ee"

                     

A história de um robô catador de lixo que tem como única companhia uma barata, tem tudo para ser muito bizarra. Mas não é, quando o protagonista é Wall-E, o robô mais fofo, solitário e medroso que já apareceu nos cinemas. E há quem diga, inclusive, que essa é a melhor produção da Pixar até hoje. Eu não vi Carros e nem Os Incríveis, mas mesmo assim, tive essa mesma impressão, hehe! A Pixar realmente arrasou nesse lançamento.

O filme acontece no futuro, quando a Terra fica totalmente coberta por tóxico, sem humanos (estes foram viver numa nave, bem longe), e o único ser vivo que vive nela é, fora a barata, Wall-E, que tem como trabalho juntar todo o lixo - que é muito! - do planeta (percebe-se aí uma certa intenção de querer conscientizar as crianças, ou melhor, o público, sobre a questão do meio ambiente, o que não deixa de ser válido...até porque, ver aquele robô tãão fofo catando lixo é uma graça!).

Certo dia, enquanto a Terra é atacada, ele conhece a robô EVA, e apesar de temê-la a primeiro momento, se apaixona perdidamente por ela. Mal sabia Wall-E que uma plantinha encontrada no lixão - e que ele daria de presente a EVA - mudaria toda a vida dele. O filme, que praticamente não tem falas, é tão lindo que a gente nem sente falta delas. A história é incrível, e é impossível não sentir vontade de levar Wall-E para casa.

Quer sentir como ele é fofo? Aqui está o trailer! 



- Por Luiza Terpins às 13h29
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PERTO DO PARAÍSO

                
 
Já está comprovado: a música que eu vou amar amanhã é aquela que eu ainda não engoli hoje. Isso sempre acontece e, por mais que eu tente evitar, pelo visto vai continuar acontecendo até...hm, até sei lá quando. Quando me indicaram Patrick Watson, eu me rendi e baixei duas músicas deles, mas, devo admitir, sem nenhum critério (cliquei nas duas primeiras que apareceram e pronto). Pois bem, deixei elas tocarem por um tempo, e, a primeiro momento, nem me dei o trabalho de colocá-las no Ipod. Ou seja, não fazia mesmo questão de escutá-las. Aí, certo dia, resolvi baixar o CD todo. Escutava enquanto estava em casa, colocava repeat e, pouco tempo depois, já tinha uma ou outra música que, tipoassim, eu sentia a necessidade de ouvir. E foi aí que esses caras de Montreal ocuparam a gaveta "Top 10 music" do meu coração (nossa, essa foi péssima!). A partir de então, somos eu e Patrick quase que vinte e quatro horas por dia. Até eu enjoar, é claro.
 
Apesar de a banda ter nome de um cara - do vocalista, por sinal -, eles são um quarteto. E esse quarteto é formado por Simon Angell, Robbie Kuster, Mishka Stein e, é claro, Patrick. Eu não sei dizer há quanto tempo eles estão tocando, até porque, o meu objetivo aqui não é de lançar um press release da banda. Como eles têm 2 CDs gravados e o primeiro foi lançado em 2005, podemos concluir que já faz um tempinho (ou pelo menos 3 anos) que eles estão no meio, rá!
 
Você - se é que tem alguém lendo este post -, deve estar, com toda razão, se questionando sobre o tipo de música que eles tocam. Diretamente eu te digo: eles são alternativos. Pra se ter uma idéia, segundo o MySpace da banda, algumas das influências que eles têm são Bjork, Pink Floyd, Johnny Cash, Jeff Buckley e Debussy. Ou seja, tá longe de Rihanna, Chris Brown, Fergie e etc (deixando bem claro que eu adoooro esses últimos citados, hahah!)
 
Do último CD da banda, Close to Paradise, eu indico duas músicas que, pra mim, são AS músicas: Giver e Man Under The Sea. Essa última foi a primeira com a qual me envolvi. Eu a escutava 500 vezes por dia (seguidas!) e não me cansava. Aí, tive a brilhante idéia de procurar um vídeo dela no youtube. Pra quê, né? Decepção total. O que tinha a melhor qualidade de imagem durava 6 minutos, e o cantor cantava sem microfone. "Blargh, vou tirar isso daí e fingir que essa situação nunca aconteceu", pensei. Mas numa noite com muito tédio e falta de sono, resolvi assistir de novo. "Meu Deus! Esses caras são uns gênios!". Tá vendo? Consigo mudar de idéia assim como a água muitas vezes muda para o vinho, hahah! Só então percebi que o lance sem microfone fazia parte do show (aliás, faz parte dos shows. Eles fazem isso em todas as apresentações da música) e me apaixonei. É lindo como eles brincam com a melodia, fazem barulho com o chão. É lindo como o Patrick enrola a platéia enquanto a banda se prepara para pegar os intrumentos. É lindo como, depois dessa performance, eles voltam com a música normal e conseguem me deixar arrepiada todas as vezes em que assisto ao vídeo. É lindo. Não vou falar muito, assista você mesmo e tire suas próprias conclusões (e que elas não sejam precipitadas! Eu já achei a banda super sem graça, e hoje *adoro*). Sabe aquela música que toca lááá no fundo quando você está escutando com o fone de ouvido bem alto? Pois então. É impossível, na boa, ficar sem reação ao ouvir as músicas da banda. Sei lá, eu curto muito quando a música me toca de alguma forma (seja odiando ou amando o ritmo, a letra, enfim...) e é por isso que eu gostei tanto do trabalho deles.
 
Eu indico, de olhos fechados, que vocês baixem Close To Paradise inteiro. Mas, se não der, fora as que eu já citei, incluam The Great Escape. É lindíssima! E uma curiosidade: ela já foi trilha de um episódio de Gray's Anatomy.
 
É isso. Se você curte músicas deprê ou tá a fim de conhecer uma banda nova, a dica está dada.
 
E não, eu não faço assessoria para eles.


- Por Luiza Terpins às 19h30
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I'M BACK

Voltar era tudo aquilo que eu mais queria quando cheguei em Vancouver. Era aquele sentimento de querer abrir os olhos e ver que eu nunca saí do Brasil. Era, digamos, um tipo de desespero totalmente surreal, bizarro. Pois então, eu voltei. E agora, na hora de abrir os olhos, eu queria era ver que eu nunca saí de Vancouver. Bizarro? Também. Pois então, estou de volta ao Brasil. E voltar é aquela coisa: você volta pra sua vida de sempre, mas com um detalhe que faz toda a diferença: a vida aqui continua a de sempre, porém você tá totalmente diferente. Pra se adaptar é um verdadeiro saco. Nada mais faz sentido, nada mais tem graça aqui, e na hora de olhar o relógio, o horário que vejo é aquele menos quatro horas. Quando acordo, penso que se estivesse lá, estaria dormindo ainda. Quando vou dormir, penso que estaria no auge da minha noite pós jantar. É foda. Mas faz parte, né?
 
Enfim, mudei o nome do blog. Awesome é awesome e pontofinal.


- Por Luiza Terpins às 14h03
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COISAS DE VANCOUVER

         
 
Vancouver, essa cidade onde me encontro, já foi eleita várias vezes como a cidade de melhor qualidade de vida, ou seja, o melhor lugar para se viver. E é, nesses 3 meses que já vivo aqui, pude perceber que não sei como vou fazer quando voltar para o Brasil. Realmente, aqui as pessoas são super respeitadas. O que mais me chama a atenção é como os deficientes físicos de Vancouver têm seus direitos. Para subir no ônibus, por exemplo, o motorista aperta um botão que aciona uma espécie de elevador. Daí, quando a pessoa já está dentro do veículo, ele ajuda o deficiente a se arrumar no lugar, apertando o cinto, ajeitando a cadeira, enfim. E o mais incrível é que todo mundo respeita e ninguém reclama quando esse procedimento demora mais de uns 5 minutos - e o ônibus fica parado, é claro.
 
Além deles, os idosos são outros super-mega-bem tratados por aqui. Só no Skytrain ou nos ônibus, basta um velhinho entrar para alguém se levantar e ceder seu lugar. É uma ação muito espontânea, coisa que, infelizmente, me deixa mal porque eu viro tão autista quando estou no caminho que nem vejo que entra ou sai. E pelo que sei, a maioria dos brasileiros é assim, portanto...haha!
 
Aqui em Vancouver tem uma rua chamada Hastings, que é a zona barra pesada da cidade, onde só bêbados e drogados circulam, fora os homeless que...moram na tal rua. Todo dia de manhã eu passo por lá (de ônibus, vamos deixar bem claro...) e já vi várias vezes pessoas se picando ou fumando maconha. Aliás, maconha aqui é meio que legalizado, então é super comum sentir o cheiro nas ruas. Ontem, por exemplo, vi um menino com o baseado na orelha, fazendo o tipo "eu sou foda, e este será o próximo que fumarei". Outra coisa interessante é que os homeless (mendigos) daqui, diferente dos do Brasil, não moram nas ruas porque são pobres, e sim porque são drogados ou têm alguma doença, tipo esquizofrenia. Chega até ser engraçado ver os doidões dançando com o poste ou falando sozinho (outro dia vi um cara tendo uma super discussão com...ele mesmo!). Aqui eles ainda recebem tickets refeição do Mc Donalds, e um dia, enquanto comia nessa tal lanchonete do tio Ronald, me deparei com um mendigo vestindo um moletom parecido com o meu, da Gap. Coisas de primeiro mundo...
 
A segurança daqui também é muito boa. E isso me preocupa na hora de voltar para o Brasil. Andar na rua com Ipod na mão já virou hábito, e encontrar pessoas usando o notebook dentro do ônibus também. Nunca ouvi ninguém falar de assalto, ataque ou coisas parecidas por aqui, mas tive a sorte (?) de presenciar um fato que guardarei pra sempre...Estava eu na 7-eleven, uma lojinha de conveniência, quando um cara entra e fica olhando a prateleira dos chocolates. Uns três minutos se passam, ele pega 2 barras e simplesmente sai, sem pagar, com um sorriso de "olha aqui, seus trouxas!!" na cara. Os funcionários, dois koreanos, ficaram perplexos, e adivinhem qual foi a reação que eles tiveram! Se você acha que eles chamaram a polícia, errou. Algum segurança? Também não. Fizeram nada? Quase! Eles só ficaram batendo no vidro, pedindo pro ladrãozinho voltar e devolver os chocolates. Ai, ai....é óbvio que o cara não voltou.
 
É cada uma...hahaha!
 
Alguns p.s.:
 
*semana passada, na primeira da primavera, nevou quase todos os dias. Bela primavera.
 
*sábado passado fui para Whistler, uma cidade pertinho daqui, que será sede das Olímpiadas de Inverno de 2010, na qual participarei. Quem quiser ver meus treinos de snowtubing, aqui estão os vídeos: para ver o primeiro, clique aqui. para ver o segundo, clique aqui.  Torçam por mim!
 
*sábado vou assistir Mamma Mia! :D
 
até breve!


- Por Luiza Terpins às 01h15
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ROYAL WITH CHEESE

        

Falar que eu gosto de filmes que surpreendem, é a mesma coisa que dizer que gosto de música boa. Quem não gosta, né? E Pulp Fiction não foi diferente. Todo mundo já falava pra caramba que o filme é bom e o escambau. E eu topei assistí-lo no dia que vi o DVD edição para colecionador por míseros 12 dólares (e no Brasil tá mais de 80 reais! :O).
 
Não dava pra resistir, então. Fui lá no caixa e paguei (junto com O Mágico de OZ, uma coletânea do Queen e meu tão esperado box com os melhores filmes da Audrey Hepburn!). Pulp Fiction foi meu programa de sábado à noite, e eu simplesmente amei, da trilha sonora ao puta trabalho que os atores fazem. Atores fodas, diga-se de passagem. Bruce Willis, Samuel L. Jackson, Uma Thurman e John Travolta não é pra qualquer um. E ah, ainda tem o Tarantino, então...dispensa qualquer comentário que eu possa fazer. É muito bom terminar de assistir um filme e pensar em como alguém teve criatividade o bastante para tal. Fico boba.

só recomendo. é 5 estrelas. *****


- Por Luiza Terpins às 03h06
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MIKA EM VANCOUVER

                                      
   
 
O Mika é o homem da minha vida. Tá, eu sei que talvez ele não curta pessoas do meu sexo, mas ah, tudo bem. O que importa é que ele é lindo, simpático, empolgante e fez o melhor show que eu já fui nesses meus 18 aninhos.
 
Eu esperava ansiosamente pelo dia 15 de fevereiro desde novembro, quando descobri que ele cantaria aqui em Vancouver. E lógico, desde então eu já tinha a certeza de que, além de morrer um dia, eu iria no show do Mika.
 
Na entrada, só gente bonita. Digo, só gente moderna, muitos adolescentes, alguns adultos e, pasmem, crianças também! E o melhor: crianças enlouquecidas pelo Mika, que logo da entrada, já pediam desesperadamente pra comprar uma camiseta do cantor. Quando vi a cena, de cara eu pensei: "a educação aqui do Canadá é muito boa, não? Que músicas infantis que nada! Vamos colocar Mika para nossos filhos ouvirem!" Com certeza, essas crianças têm futuro.
 
O show aconteceu no Orpheum Theatre, um lugar super bonito e que, normalmente, hospeda shows de orquestras. Por dentro é uma beleza, cheio de quadros e, no lugar onde está o palco, parece uma igreja. Sabe aqueles tetos com desenhos? Pois é. Totalmente inspirador, e totalmente diferente. Assistir o show do Mika numa Igreja seria muito interessante! Tá, eu não estava numa igreja, mas mesmo assim o ambiente era novo pra mim, e de cara já dava pra perceber que o show não estava acontecendo no Brasil. Todo mundo calmo, esperando nosso grande astro entrar. Nada de tumulto, nada de agitação. A galera muito educada. Enquanto não começava o show, muita Kate Nash e Lily Allen. E o público, moderninho, cantava junto, enquanto mandava mensagens de texto de seus celulares, ou e-mails, de seus aparelhos Blackberry.
 
A primeira atração foi a banda Midway State. O cantor, nitidamente, imita o Mika. Calça skinny, cabelos enroladinhos, magrelo e toca piano. Confesso que quando ele entrou eu apertei meus olhos e pensei "estou vendo Mika?" Mas não, alarme falso. Ainda não era o momento. Os caras tocaram umas 5 músicas. Como eu nunca tinha ouvido aquilo antes, aproveitei o tempo para pensar na vida (ah, nem falei, fui sozinha ao show). Quando a última música acabou, ele falou que a banda iria autografar CDs e tirar fotos com fãs lá no hall de entrada. Nisso, eu pensei: "e você tem fã, é?" E pior que tem mesmo. Algumas meninas sairam correndo e voltaram felizes da vida com a assinatura daquele ser até então desconhecido para mim.
 
Mais uns 40 minutos se passaram e, até que enfim, Mika, aquela coisinha fofa, entrou no palco, cantando "Relax, Take it Easy" pra mim (vamos fingir que o show era exclusivo, tá?). Magrelo, alto, cabelo desarrumado, calça justa, brilhos...era ele mesmo! Pulando de um lado para o outro do palco, gritando "Hello Vancouveeer!" com aquele sotaque britânico fofo (que na verdade é um "Hello Vancouvaããrr!!"), fazendo toda a galera presente enlouquecer. Perfeito!
 
A segunda música foi "Big Girl", e uma boneca imensa com roupa azul estava no palco. Tudo muito lúdico, tudo muito lindo. Dançarinas gordinhas apareceram, e uma energia muito boa também. Não sei se é porque eu estava numa semana ruim (vide www.madeincanada.wordpress.com , post do dia 20/02), ou se todo mundo sentiu isso, mas ouvi-lo cantar dá aquela felicidade repentina, sabe? Aquela sensação de que está tudo muito bem, que a vida não poderia estar melhor. E ah, com um show daqueles por semana, o que seriam problemas?
 
O Mika tem um super carisma. Brincava com o público, conversava com a galera. Na hora de "Billy Brown", ele contou que a música estava sendo "perseguida" na América do Norte, então toda hora que chegava na parte "then Billy Brown fell in love with another man", ele mandava a gente cantar. E o melhor, ainda mandou um "fuck you" para as pessoas que querem censurar a música.
 
Em certa parte do show, ele tirou a camisa, rebolou aquele corpo magrelo, tocou a percussão, dançou, pulou, fez de tudo. Sabe aquilo impossível não contagiar? Pois é! Era impossível não ficar animado com aquele show! Coisa mais perfeita!
 
As melhores partes do show foram, na minha opinião, quando ele cantou "Love Today" e "Grace Kelly". Nessa última, eu quase pirei. Gritei e pulei feito louca, lavei minha alma, haha! Não conseguia acreditar naquilo que estava vendo. Eu já gostava muito do Mika, mas a partir daquele show, eu passei a amá-lo, com certeza!! O cara passa uma puta energia boa, coisa inexplicável!
 
Depois de "Grace Kelly", veio o biz. Só faltava ela, "Lollipop". Balões e bolas imensas coloridas, muitos pirulitos no palco, confete, serpentina e Mika e banda fantasiados de animais de pelúcia. Lúdico? Imagina!! A cena foi perfeita, muito fofo o final! Quando a música já estava acabando, Mika chamou a galera que estava na frente do palco para subir. Um montão de gente lá, com ele, pulando feito loucos. E ele nem aí, parecia mais um da multidão. Só um segurança ogro para estragar a festa e tirá-lo de lá. Mas ah, já tinha sido tudo tão perfeito, que não tinha problema.
 
Eu fui besta e não levei camera no show. Mas um pessoal levou, filmou alguns trechos e colocou no youtube, pra minha sorte! :D  Quem quiser ter uma noção de como foi Mika em Vancouver, assiste aí:
 
 
Agora, tenho mais uma nova certeza: Mika, se você for pro Brasil, a gente se encontra de novo, sem dúvida alguma! :)
 


- Por Luiza Terpins às 03h04
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Almost Famous

                        
 
Primeiro post internacional deste blog. É, eu falei que iria abandoná-lo durante minha temporada canadense, mas ah, deu saudades. Aliás, saudade é o sentimento que mais tem se feito presente ultimamente, por questões óbvias. Poderia fazer uma lista de coisas das quais sinto falta, mas acho que esse post merece coisa mais legal.

Hoje assisti um filme que me inspirou. Ele é velho, você provavelmente já viu, mas ah, quem se importa? Tô falando de "Almost Famous", também conhecido como "Quase famosos". Há uns 3 anos, assisti metade dele, e desde então, queria ver inteiro. Não sabia que precisaria vir para o Canadá para fazê-lo, heheh. Cara, que filme bom! Me identifiquei com William, o menino de 15 anos que quer ser jornalista musical. Ele consegue, assim, na boa, acompanhar a turnê de uma puta banda e ainda escrever a matéria de capa da Rolling Stone. Tá, isso seria pedir demais, e convenhamos que também não é fácil de acontecer. Ah, lembrei, estamos falando de um filme, então tá valendo! huhu! :P

O legal é que o filme acontece nos anos 70. Eu adoro ver esses filmes antigos (ou que retratam velhos tempos) para comparar com os dias atuais. O menino usa máquina de escrever para digitar suas máterias e um gravador mega ultrapassado para as entrevistas. As roupas são vintages, os hábitos são velhos e tudo é legal. Eu definitivamente acho que nasci na época errada, mas tudo bem.

Ai, que saudades de tudo. Eu leio os arquivos desse blog, principalmente os posts mais recentes e dá uma vontade de viver tudo de novo...

Sexta que vem tem show do Mika! Eu escrevi sobre ele aqui no blog, em abril. Mal sabia que em menos de um ano, teria a oportunidade de vê-lo ao vivo. Aiiiii, vai ser perfeito. Mal posso esperar!

para saber mais da viagem: www.madeincanada.wordpress.com

Dia 13 de janeiro o blog completou 2 anos! :)
 
volto logo mais.


- Por Luiza Terpins às 03h31
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FUI!

Vamos ao que interessa:

Canadá, aí vou eu. Vancouver, eu tô chegando!

A partir do dia 6 você me encontra aqui: www.madeincanada.wordpress.com

Até mais!


- Por Luiza Terpins às 15h40
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Namoro entre pessoas de religiões diferentes

                     

Há alguns posts, eu perguntei, sem nenhuma esperança, se alguém conhecia um teólogo. Passados algumas semanas, eis aqui o porque. Valeu, André!

Essa é a minha mais nova filha (a primeira foi a de Educação-Física).

Revista Capricho, edição nº 1034 - pg 78!



- Por Luiza Terpins às 13h23
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CANADÁ

Semana passada eu recebi a notícia (positiva) do que mais me deixava aflita nos últimos tempos. E, para entender o que estou falando, vou dar uma breve explicação...
 
Este foi o ano em que fiz o 3º colegial, ou seja, ano de vestibular. Como todo mundo sabe, eu já estou decidida do que quero prestar já há algum tempo, e mal via a hora do vestibular chegar e eu entrar logo na faculdade. Porém, em maio, meus planos mudaram completamente. Como o inglês é fundamental no jornalismo, achei melhor me dedicar mais à língua antes de qualquer coisa. Por isso, decidi ficar um tempo no Canadá.
 
Tudo começou a entrar em seu ritmo a partir de julho, quando as passagens foram compradas, a matrícula foi feita, e etc. Porém, mais importante do que tudo isso, como vocês devem saber, é o visto. Sem ele, a viagem não acontece - como a minha para os EUA no ano passado, quando não consegui agendar entrevista no consulado e quase morri de raiva/frustração -. Devido a este episódio, a palavra 'visto' se tornou um sinônimo de monstro na minha cabeça, e quando entrei com o pedido do canadense, minha vida virou um mini pesadelo por causa do nervosismo, ansiedade, ataques de otimismo e pessimismo e a tensão que não queria me largar. Noites passaram a ser mal dormidas e eu só falava disso.
 
Poréém, na última segunda-feira, eu recebi a notícia que tanto esperava,  e na melhor situação possível. Segundo os despachantes, a resposta viria na segunda ou na terça, mas achava que seria até às 2 da tarde. Como passou este horário e nada, imaginei que só dormiria tranqüila (ou não) no dia seguinte. Não havia mais nada que pudesse fazer, então resolvi desencanar e esperar as próximas 24 hs. Fiz tudo o que tinha que fazer, e o dia até passou rápido. Lógico que a única conversa que conseguia ter, naquele dia, era sobre um único assunto, mas mesmo assim, ele foi  tranqüilo. Até que, lá pelas 6 da tarde, meu celular tocou.
 
Estava eu, lá na redação da Capricho, quando vejo que era minha mãe, e atendo - vale lembrar que, por incrível que pareça, nem me passou pela cabeça que poderia ser algo relacionado ao tãão esperado. E foi nessa hora que recebi a notícia: meu visto tinha sido concedidooo! AHH, nesse momento eu (não sei como) cheguei ao chão e só lembro de te ajoelhado e comemorado como se tivesse feito um gol. Ah, lembro também que gritei "ele saiu! ele saiu!", me levantei e sai correndo (que nem uma louca!) pra contar pro pessoal da editoria de entretenimento, que acompanhou todo o meu sofrimento, haha. Hoje, passada a situação, até me envergonho pelo mico, mas ah...MEU VISTO FOI CONCEDIDOO E EU VOU PRO CANADÁ MÊS QUE VEEEMM!
 
Bom, notícias foram dadas e, só para terminar, vou explicar tudo de um jeito bem objetivo: dia 6 de janeiro embarco rumo ao Canadá, e por lá ficarei até final de maio. Isso significa que abandonarei este blog? Não! É melhor ainda, hehe. Vou fazer um outro, contando tudinho que me acontecer por Vancouver. Na verdade, o novo blog já foi criado, mas ainda está em branco. Em breve, começarei a escrever nele sobre os preparativos e tal, aí colocarei o endereço aqui, pra quem quiser acompanhar.
 
Até mais!


- Por Luiza Terpins às 22h49
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Qualquer semelhança não é mera coincidência

Confesso que sempre tive um certo 'pé atrás' em relação a Ugly Betty. Sei lá, essa coisa de aproveitar uma novela brega-colombiana pra fazer um seriado enlatado (digo, americano) nunca me pareceu uma boa idéia. Pois é, mais uma vez esse tal pré-conceito me passando a perna.
 
Convenhamos que num feriado chato e com tempo feio, ver TV não é apenas uma dentre as possibilidades de se aproveitar os dias livres. No meu caso ela é, talvez, a única coisa que eu tenho a fazer, e depois de ter colocado NET digital aqui em casa, assistir parece ser muito mais prazeroso - tá, não é propaganda, mas o fato de saber o horário dos programas, para uma pessoa preguiçosa como eu, faz toda a diferença -. E foi numa dessas que, enquanto passava os canais, parei na Sony e assisti ao segundo episódio de Ugly Betty (ou Betty A Feia, como preferir). Cara, eu adorei!
 
Betty Suarez é uma moça feia e desempregada que vai procurar emprego na Editora Meade, e lá, é chamada para ser assistente do editor-chefe da revista Mode (uma espécie de Vogue). Porém, ela não é contratada por seu talento, e sim por sua beleza. Ou melhor, por sua falta de beleza, afinal, que cara rico vai querer pegar uma "trubufú"? Essa é a intenção do dono da editora: que seu filho, o novo editor, não se envolva, mais uma vez, com uma assistente sua. E é isso que deixa a série mais engraçada. Betty, com seu jeito todo brega (pra você ter uma noção, em seu primeiro dia de emprego, ela foi com um poncho escrito Guadalajara, achando estar super fashion), precisa acompanhar editoriais de moda, ir à reuniões com os poderosos do meio e, é claro, dar assistência ao seu chefe.
 
E aí, sentiu alguma sensação de deja-vú?
 
É bem difícil não lembrar de O Diabo Veste Prada enquanto assiste Ugly Betty. Eu acho, inclusive, que essa deve ser a intenção, até porque, caso contrário, não colocariam Suddenly I See - a música de abertura de O Diabo... - pra tocar no final do último episódio. Ou colocariam? Devo confessar, também, que essa tal semelhança com o filme foi um dos principais fatores pra eu ter curtido a série. Sabe aquela vontade de saber até onde o seriado vai chegar? Pois é.
 
Recomendo.


- Por Luiza Terpins às 20h25
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SHOW DO MATT COSTA EM SÃO PAULO

                      
 
Eu me lembro bem do dia em que, sem nada para fazer, comecei a escrever o nome de alguns dos meus cantores prediletos no youtube, para ver o que ia dar. E foi numa dessas que escrevi Matt Costa e vi um vídeo dele cantando Cold December, em algum showzinho nos Estados Unidos. Como essa é a minha música predileta do cantor, e me acompanhou num momento ótimo da minha vida, fiquei assistindo aquele vídeo sem parar, só pensando no dia em que eu, assim como o cara que colocou o vídeo no youtube,  conseguiria gravar ele ao vivo, cantando Cold December, com a minha camera. Só não imaginava que isso aconteceria tão rápido, e que ele não apenas cantaria ao vivo essa música, mas sim na minha frente, a alguns poucos centímetros de distância de onde eu estava.
 
Bem, como eu já havia comentado no post anterior, nessa última quinta-feira, dia 8, teve show do Matt Costa, na OCA. Você, possívelmente, deve estar se perguntando "mas que raios é Matt Costa?". É, eu já estou acostumada a ter que explicar que ele é um cantor norte-americano, faz parcerias com Jack Johnson (outro cara que eu a-d-o-r-o), e que toca músicas super fofas, no estilo às vezes meio country, folk, indie...enfim, só conhecendo pra saber, tá? Mas, voltando ao assunto, o show foi ótimo. A galera que estava lá, nitidamente, era uma galera diferente. Como era um evento de surf (Festival AlmaSurf) e tinha exposição também, havia desde adolescentes até adultos - mas todos com o tipo "eu tenho casa em Maresias", sabe? Talvez por ser uma galera mais fina, não tinha aquela aglomeração toda, comum na maioria dos shows. E, graças a isso, eu fiquei na frente (na f-r-e-n-t-e) do palco. Ou melhor, na frente do Matt Costa (pra você ter uma noção, uma hora eu dei tchauzinho e ele olhou pra mim e piscou - tá, momento deslumbre mode [off]).
 
Tirei váárias fotos (inclusive com ele) e, lógico, filmei o Matt cantando Cold December, como não poderia deixar de ser. Quer ver?
 
                         
 
Agora só falta o Damien Rice. E eu tenho certeza que ainda vou escrever aqui no blog sobre um show dele. Ahh, pode esperar!


- Por Luiza Terpins às 13h40
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Oi?

Nossa, às vezes eu me supero, né? Entro numa onda de postar toda semana e, de repente, abandono o blog de vez. Por essas e outras, te dou todo o direito de me achar a pior pessoa do mundo, se quiser. Tá, na verdade eu não acho isso justo, até porque, a única coisa que fiz foi exatamente essa: deixar de fazer. Eu gosto do blog. Aliás, eu amo esse blog. Amo mesmo, e é por isso que me dou no direito de abandoná-lo de vez em quando. Como qualquer relação, existe seus altos e baixos, gente. E conosco é a mesma coisa. Pois bem, como vocês repararam, ficamos quase um mês separados. Foi um tempo bom, eu diria. Foi, pelo menos, o necessário para eu perceber que ele me faz falta, e o melhor: faz falta para algumas pessoas também.
 
Bom, creio que hoje foi mais um dia decisivo no nosso relacionamento, e nós resolvemos reatar. Pois bem, a partir de hoje, estamos juntos novamente. E isso quer dizer que voltaremos a produzir, logo, prometo posts novos no blog. Se vocês soubessem como eu tenho coisa pra contar, certamente me matariam por toda essa minha ausência. Nesse quase um mês, muuuita coisa aconteceu. E nos próximos dias, muitas coisas acontecerão, também. Estou na reta final da escola (gente, eu esperei minha vida toda pra escrever isso. Que emoção, a escola está, finalmente, acabandooo), logo, logo serei uma pessoa que tem o 2º grau completo! Quer dizer, isso se os números permitirem. E ah, faltam 60 e poucos dias pra eu partir. :) Portanto, é do direito de vocês cobrar. Cobrar por posts novos, por novas histórias, por novidades boas e novidades ruins (essa última não vai acontecer, mas só escrevi pra não deixar o blog muito positivo demais). E o mínimo que eu posso fazer, é escrever aqui, até porque, eu sempre me arrependo de não fazê-lo.

Tá, eu acho que por hoje é só. Só fiz um post de "olha, gente, eu voltei", pra não misturar coisas. Essa semana promete, e quinta eu tenho show do Matt Costa, na OCA! Show do Matt Costa, na OCA!!
 
Bom, aguardem cenas do próximo capítulo. Eu volto em breve - breve mesmo! Ah, e by the way...Alguém conhece um teólogo?


- Por Luiza Terpins às 18h47
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|Luiza Terpins?|

Prazer. Luiza Terpins, 18 anos. Acabou de voltar de Vancouver, no Canadá, onde morou por 6 meses e agora se encontra totalmente perdida. Em agosto torna-se mais uma vestibulanda de jornalismo e, embora ela já não saiba mais o que quer da vida, pretende manter esse blog que já existe há 5 anos

Mais? Então fuce meu orkut.

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